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3.12.09

hoje é todos os dias

não pensar, não dizer, não gritar, não tentar, não fazer, não descobrir, não mostrar, não sonhar, não esforçar, não deixar, não passar, não fingir, não ver, não ler
mas escrever tudo num vermelho caderno novo.

1.11.09

ultimidade em plano inclinado







"lembras-te de mim?"
"cá nos encontraremos!"

chegou a data em que tenho datas para todas as datas que encontro

28.10.09

vida de papel










recortar a vida para escrever à sua volta

8.7.08

redemoinhada

todos os cuidados são poucos quando atiramos cartas... e se cada uma transportar um furacão de fios de ariadne o perigo é maior: não conseguimos parar de perceber onde estamos — mesmo não o querendo saber. todos os cuidados são poucos se não olharmos para a terra/chão.

30.5.08

das frestas fazer festas

depois de aceitar as grandes infelicidades (que são sempre grandes e que continuam lá mesmo que não as aceitemos) temos que procurar as (várias) linhas de fuga que nos permitem esperanças inesperadas mas reais (existem sempre, assim acredito).

9.5.08

in-dissociação


descobri(-me!) que podia escrever a letra de um fado cantado pelo Camané porque o que ele canta e como ele canta tanto está em mim como às vezes não só está como é.

21.2.08

pede um desejo...

estar permanentemente
a olhar para dentro



não é necessariamente
egoísmo.

14.2.08

destinos cambaios


aos portadores de sinais
resta-me a queixa
e a denúncia
da impossibilidade
do livre-arbítrio
mesmo detectando
as premissas
erradas...

9.2.08

"caminhoso"




não se nasce para morrer.
vive-se e morre-se.

8.2.08

regozijo




um dos truques é procurar outras janelas na janela que nos calhou.