3.10.08

da alta à baixa



ao virar da esquina um novo teatro, onde chego por um familiar percurso da família que dá (mais um) sentido a estar aqui

1 comentário:

Sofia disse...

(Afinal, apesar do desespero do não-telemóvel, não chegou a um mês a falta do mesmo.)
Cá estamos, amiga, por fim, no meio de caixotes, cansaço, algumas plantas, sorrisos muitos e emoções várias, no meio da Baixa, meio escondiditos mas a dois minutos (por mim contados) da artéria da sabedoria. Deixámos o hipermercado e voltámos, após seis loooongos anos ao (ainda) comércio tradicional. A cada porta por que passo apetece-me abraçar os senhores que (ainda) perguntam se podem ajudar e comprar qualquer coisa a cada um (terei ficado contaminada pelo consumismo?) e por cada "sejam bem-vindos de novo", "até que enfim que voltaram" a tal da emoção sobe à garganta e aos olhos (isto já deve ser a lamechice, agravada com a idade).
Estamos portanto, de novo, "no coração da cidade".

Viva!